António Telo do Carmo


Foi a convite, da superior entidade
Que participei, nesta curiosa campanha;
A ideia não foi, para mim coisa estranha,
Por isso entendo, ser de grande utilidade.

Lixo não ensacado, serve de porca, a verdade!
E digo: se for bem sacado, disso se ri o contentor;
Ria-se você também, com os sacos ao seu dispor
Ensacado o lixo bem, sempre com naturalidade.

Deixar o lixo no chão, é incúria, é maldade,
Que devemos alterar, usando o nosso contentor;
De todos se espera, uma atenção ainda maior
Por este acto simples, cívico e de liberdade.

Sacos do lixo mal fechados, causam muita sujidade,
Inalam maus cheiros, poluem o ar puro em redor;
Nada custa bem fechá-los, (feche-os bem por favor),
E coloque-os no contentor, a bem da humanidade!

Contentores com lixo, nauseabundos, com humidade
Não!..Estes empestam o ar, que se quer bem melhor;
Todavia, desejamos mais atenção e vigilância maior
Provando haver empenho, por parte da edilidade!

Retirar o lixo do chão, tenho alguma dificuldade,
Deixo esta tarefa, para o nosso estimado varredor;
Ele evita, (nem sempre) enfrentar o transgressor
Que coloca o lixo no chão, com simples à vontade.

Os ecopontos azuis, mostram-nos melhor qualidade.
São para papel e cartão, reciclados ainda têm valor;
O que se quer é respeito, pelos ficam ao nosso dispor,
De forma que não sirvam, d’alguma barbaridade!...

Os ecopontos verdes, são de fácil visibilidade.
São para vidro. Bem identificados, pelo utilizador;
Na porta trazem o nome, não se engane por favor!
Pense primeiro, coloque os vidros, à sua vontade.

O ecoponto amarelo, apresenta-se de boa utilidade.
São para plásticos e metais (para plásticos sim senhor)!
Não se esqueça! Tudo bem entendido, será bem melhor
Para o ambiente, para munícipes e própria edilidade!

Servem de Lembranças, as anotações mencionadas
Traduzidas em versos humildes, de António Telo;
São também um pedido, dum breve esforço singelo,
Que a todos se deseja, sejam por bem, lembradas.