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Heráldica

Brasão

Entende-se por Heráldica a ciência social auxiliar da História, que se apresenta como um conjunto de sinais plásticos, ou uma representação simbólica de entidades individuais e colectivas. Esta ciência estuda assim, os sinais representativos das entidades que são detentoras de Armas ou Brasões de Armas como instituições, empresas, divisas, estabelecimentos comerciais, entre outros. Têm diversas especializações: Heráldica Real, Gentílica, Eclesiástica, de Domínio (Nacional, Regional, Municipal ou Religiosa), de Corporação Militar, Comercial, Desportiva, etc..
A Portuguesa remonta à constituição da Nacionalidade, no século XII.
A Emblemática ou os Brasões têm como denominador principal o incremento sócio-económico Medieval, onde a diferenciação de documentos e a sua oficialização exigiam Selos que eram individualizados pela existência de Armas, sendo estas, muitas vezes, prémios dados por serviços prestados ao Rei.
Uma povoação, quando possuía jurisdição própria, tinha (e continua a ter), o direito de possuir símbolos de poder que a caracterizassem e a distinguissem de outras localidades. Esses símbolos de poder eram representados pelo uso da Bandeira que identificava o Município nas cerimónias, pelo direito de adoptar o selo que legitimava, através de autenticação da documentação proveniente das reuniões dos seus governantes e pela existência de um Pelourinho. Estes símbolos afirmavam, pois, a jurisdição própria da povoação e identificavam os valores instituídos por determinação real, bem como da aplicação de leis no tecido sócio-económico e cultural concelhio. Assim, através da Heráldica de Domínio Municipal, os poderes conferidos pelas Cartas de Foral possuíam uma validade legal legitimada pela constituição de uma Bandeira, um Selo e um Brasão de Armas. Um dos elementos mais característicos do Poder Municipal de outrora, relaciona-se com o uso das Varas dos Vereadores que eram usadas no desempenho das funções destes, especialmente nas cerimónias oficiais.
 Descrição Heráldica 
ARMAS – De ouro, com um dragão verde segurando nas garras a Cruz de Cristo de suas cores. Em chefe uma cabeça de carnação branca coroada de ouro e uma cabeça de carnação negra com turbante de prata.
BANDEIRA – De verde. Cordões e borlas de ouro e verde. Haste e lança douradas.
SELO – Circular, tendo ao centro as peças de armas sem indicação dos esmaltes. Em volta, dento de círculos concêntricos, os dizeres “Câmara Municipal de Vila do Bispo”.
Por Sagres estar inserido na área do concelho do Município de Vila do Bispo figura, nas respectivas Armas, o dragão verde que outrora timbrava as Armas do Infante D. Henrique, o Navegador. A Cruz de Cristo é o símbolo das navegações planeadas em Sagres. A bandeira, quando destinada a cortejos e cerimónias, tem a área de 1 m², é de seda e bordada; quando destinada a  arvorar, é de filé com as dimensões que se julgarem necessárias, podendo dispensar as armas.